Os cinco minutos mais longos da minha vida (ou: O dia em que virei puta)

Na escola tive uma amiga que era evangélica igual a mim, mas de outra denominação. Ela era pobrezinha como eu, mas a partir de certo momento as coisas mudaram e ela andava com roupas e acessórios mais caros. Admiramos muito a ela e as minhas amigas procuravam todas a amizade com ela. Por isso fiquei muito feliz quando ela me convidou um dia para ficar um dia na piscina de um amigo dela.
Era uma casa grande com lote, de gente rica, e teve lá uns vinte rapazes e moças bonitas. Fiquei com vergonha, sendo eu uma menina negra pobre, no meio deles. Mas tanto mais era a minha surpresa quando um jovem chamado Fábio começou a me rodear, elogiando minha beleza e mais, querendo namorar comigo. Gostava muito de receber um beijo desse moço, mas sou uma evangélica educada e expliquei para ele que sou evangélica e meus pais não aceitam para eu namorar à toa. Fiquei surpreendido que ele não rejeitasse a resposta, mas se interessou ainda mais por mim. Falou que ele já visitou igrejas evangélicas com certos amigos evangélicos, e gostou muito e que um dia queria uma igreja assim para si. Respondi que se ele realmente sente tal vontade é o sinal que o Espírito Santo age no coração dele e ele deveria dar atenção ao chamado. Convidei a ele para visitar a minha igreja. Realmente apareceu na minha igreja, bem vestido e se comportou bem. Depois do culto perguntei a ele se ele gostou. Ele falou que queria me dizer uma coisa sozinho e assim fomos para trás da igreja. Ele disse que gostou muito do culto e sentiu o desejo forte de virar evangélico. Disse que gostou muito de ver a minha paixão e dedicação no culto e que ele queria aprender de mim. Falou que eu teria um rosto de anjo. Com isso ele acariciou a minha face. Assustei, mas não quis aborrecê-lo em um momento tão importante, em que ele começou a se interessar pela minha igreja. Ele seria o primeiro homem que eu conseguiria trazer para a minha igreja. Por isso também não recuei, quando ele me abraçou, pegou em meus peitos e me beijou. Mas já ele me soltou e nós voltamos para a frente da igreja, e eu apresentei-o como amigo às outras pessoas.

No outro dia ele apareceu de novo, e desta vez ele perguntou: Vamos um pouco para trás da igreja?

Desta vez ficamos por mais tempo. Eu fiquei muito orgulhoso de ter um namorado tão bonito e ainda cheguei a saber que a casa grande com piscina é do irmão mais velho dele.

No terceiro dia ele falou que gosta muito de mim e queria namorar comigo. Eu perguntei se ele queria virar evangélico e ele falou de sim. Falei que deveria falar com o pastor, mas antes ele aproveitou para massagear meus peitos em baixo da blusa e de me beijar. Depois falamos com o pastor que ficou muito feliz e falou que iria instruí-lo direitinho. Fábio me convidou para sair com ele, e meus pais permitiram, já que ele já falou antes com o pastor.

Fomos para a casa grande do irmão dele, ficamos na piscina e Fábio me beijou muito. Depois ele me levou para um quarto lindo, com pinturas e vasos bonitos e massageou meus peitos e minha bucetinha até eu me rendei. Tirou minha calcinha para baixo e me chupou com muito carinho, que me derretei. Assim nem resisti quando ele tirou a calcinha completamente e me chupou com mais força. Quando ele se deitou em cima de mim, pensei ainda, que seria errado, mas não quis aborrecer a ele, agora que ele me aceitou como namorada, embora que sou uma negrinha bem escura e pobre, e ainda mais porque ele queria virar evangélico. Pensei que ele poderia perder o entusiasmo se eu fico birrenta em vez de dócil, mansa e submissa. Por isso abri as minhas pernas, quando senti o pau dele na minha buceta nua e depiladinha e ele entrou. Nem doeu muito, e fiquei depois feliz por ter feito isso. Pedi, pelo sim, pelo não, perdão a Deus, se foi um pecado ter aberto as pernas, mas fiquei orgulhosa por ter criado coragem e ter satisfeito esse homem. E de qualquer forma minha submissão e obediência a respeito de seus desejos iriam trazê-lo mais fácil para a igreja.
No outro dia na escola um professor, que não é muito querido por sendo feio, pequeno e chato, me chamou para conversar. Perguntou se é verdade que sou a namorada de tal Fábio. Sorri e disse de sim. Ele falou que não queria se intrometer na minha vida particular, mas que eu deveria ter cuidado. Disse que o irmão mais velho de Fábio seria cafetão. Fiquei chateada e pensei que a inveja incentivou o professor a caluniar o Fábio, porque todos sabiam que ele gostaria muito de ter também uma namorada bonita, jovem e dócil, mas sendo ele tão chato quase nunca consegue ficar sequer com uma aluna, quanto menos namorar. Por isso não me mostrei muito acessível. Aí o professor detalhou: “Imagina que o Fábio vive lá a vida boa à custo de seu irmão. É muito provável que este fala ao Fábio: Rapaz, está na hora para você também arranjar umas gatinhas para botar nos puteiros. Vá e namora uma piriguete bobinha, traga-a para cá, transa bastante com ela até ela é toda sua puta e então a gente bota-a em um puteiro para você ganhar com ela o seu próprio dinheiro.”

Fiquei ainda mais chateada e falei: “Não sou piriguete nem bobinha. O senhor fala sem respeito, vou fazer queixa à diretora que o senhor fala palavras sujas para mim.” Depois não fui à diretora, mas saí da sala e evitei o professor ainda mais do que antes.


Depois do culto Fábio me convidou para comer uma pizza, mas me levou para a casa do irmão. Falou que a pizza seria eu, mas se eu quisesse, ele iria pedir para trazer uma pizza verdadeira para mim, a não ser que eu preferiria uma boa porção leitinho. Já sabia muito bem como chupar um homem, mas ele me ensinou ainda mais coisas que não sabia e eu obedeci em tudo a ele para agradá-lo como namorado e ganhá-lo através de minha submissão e comportamento para a igreja. Por isso me esforçou muito e ele gozou quatro vezes em mim antes de ele me levar em casa.

No domingo depois do culto da manhã meu pai queria convidar o rapaz para um churrasco, mas minha mãe não gostou da ideia: Ele é um rapaz rico e vai se assustar, se vê a nossa casa modesta. O que se faz, se ele quer ir ao banheiro? Vai lhe oferecer o nosso quebrado e velho, que parece sempre meio sujo? Ele vai ainda pensar que somos sujos e largar a Nanda. Assim meu pai recuou e Fábio me levou para a casa de seu irmão para eu aperfeiçoar-me em meu serviço bocal. Perguntou se eu seria realmente uma evangélica boa e submissa, e quando fiz de sim ele me mandou chupar por quatro horas, enquanto ele sentou no computador. Depois ele disse que sou uma evangélica muito boa e me transou, beijou e enfiou um dedo no cuzinho com muita paixão. Lanchamos e fomos para o culto da noite.

Na segunda-feira à noite teve muita gente na casa do irmão de Fábio, e as meninas usavam quase todas biquínis fio dental muito pequenos, na piscina e no alpendre, onde comemos. Algumas vestiram mini saias e salto alto, e todas eram maquiadas e muito bonitas. Me senti má, porque nenhuma menina teve uma pele tão escura como eu e uma saia tão barata e simples. Estive de uma mini saia de minha prima e biquíni, e chinelos baratos. Mas Fábio, ao que parece, só viu a mim e me sentou no colo dele e foi muito carinhoso, me honrando em frente de todos como sua namorada. Me beijou muito e me encheu de afagos, passando a mão pelos meus cabelos, minhas coxas e minha barriga o tempo todo, me derretendo toda. Mais tarde ele começou a massagear os meus peitos. Assustei, mas ele disse: Aqui podemos ficar à vontade. Ninguém liga. Mostra, que você é uma evangélica boa e submissa e agrada ao seu macho pelo carinho que você recebe.

Ele teve razão: Vi outros homens usando as meninas com maior liberdade. Obedeci e sorri e beijei o Fábio. Ele massageou meus peitos, me beijou e disse: Você é uma putinha muito gostosa, Nanda. Quero te amar a minha vida toda. Você deixa?”

“Com certeza”, respondi, “sou sua já.”

Aí ele enfiou as mãos debaixo da minha blusa e trabalhou com meus peitos. “Obrigado”, ele disse. “Sou seu também. Te amo, minha putinha gostosa, vamos mostrar a todos quão grande é o nosso amor.”

Ele massageou os meus peitos e me beijou com paixão, e alguns minutos depois senti a mão dele entre as minhas pernas.

“Amor, for favor, não aqui. Vamos para um quarto.”

“Mostra que você é minha putinha. Mostra que você é uma evangélica obediente e boa e abre bem as suas pernas. Mostra que c me ama.”

“Prefiro ir para o quarto.”

“Você me ama de todo o coração e quer ser a minha esposa evangélica, gostosa, boa e submissa?”

“Sim, Fábio, você é ...”

“Então abre as suas pernas ao mais puder. Quanto mais você as abre, tanto mais os outros veem a sua paixão e submissão de uma menina evangélica boa.”

Obedeci, mas não gostei mais da situação. Tentei de tudo para irmos para o quarto, prometi que iria chupar o Fábio com todo o fervor, que poderia enfiar fundo na minha garganta e mais. Finalmente convidei a ele para usar o meu cuzinho.

“Obrigado,” disse. “Você é uma putinha evangélica muito boa e obediente. Te adoro.”

Com isso ele tirou o dedo da minha bucetinha e aproximo-o ao cuzinho.

“Não, amor, falei do quarto. Não aqui. É muito feio aqui.”

“Mostra que você é uma menina boa e libera o seu cuzinho.”

“Não, Fábio.”

“Você é toda rígida e chata. Mostra que você é uma menina boa, dócil e gostosa. Todos sabem que você é evangélica. Não faça um escândalo, mas obedece e me oferece o seu cuzinho.”


“Não Fábio, quero ir em casa.”

“Você não vai ser uma evangélica boa e obediente?”

“Sou obediente, mas peço que você me leve em casa.”

“Então você não obedece, porque eu disse para abrir as pernas.”

“Mas não sabia que você manda isso em mim. Pensei que você me ama muito e vai me fazer um favor, se eu peço. Só pedi. Mas se você insiste mesmo, vou obedecer, é claro, mas você sabe que é pecado.”

“Você tem razão, amor. Eu te amo e vou te levar em casa. Mas antes mostra que você é uma menina evangélica e obediente e abre bem as pernas. Com força.”

“Mas quando você me leva em casa.”

“Já, já, quero só testar seu amor e sua obediência. Só por pouco tempo, depois nós vamos.”

“Cinco minutos?”

“Pode ser.”

“E depois você me leva em casa? Promete?”

“Prometo, meu amor.”

Ele me beijou e eu abri obedientemente as pernas escancaradamente, até doerem os tendões de minhas coxas, e me reclinei para liberar o meu cuzinho, mostrando a Fábio e a todos o grau da minha submissão e de meu amor.


Enfiou o dedo, molhado pelo suco entre minhas pernas, no meu cuzinho e começou a socar com força que eu não aguentei, gemi e levantei as pernas, pairando com os pés no ar, perdendo até um chinelo. Todos olharam de repente para mim e eu me arrependi logo ter cedido. Fábio voltou para a minha bucetinha, espalhou o suco jorrando dessa fonte delicada ao redor de meu cuzinho e entrou de novo, socando e fustigando. Com esses movimentos minha calcinha abaixou e todos viram a minha bucetinha aberta e molhadinha. Ouvi comentários como “Que puta!” ou “Que piriguete gostosa” ou “Quem me dera socar nesses buracos safados.” Só esperei para os minutos passarem, iria embora e nunca mais voltaria para essa casa, nunca mais veria essas pessoas. Esperei e finalmente perguntei: “Quantos minutos ainda?”

Fábio riu e respondeu: “Amor, que isso, passou mal meio minuto.”

Não acreditei, mas não podia protestar, porque ele fechou a minha boca com um beijo prolongado. Levantei as minhas pernas para a calcinha ficar mais em cima impedindo a vista para a minha bucetinha, mas foi mais fácil para ele dessa maneira enfiar ainda mais fundo no meu cuzinho, o que ele aproveitou logo. Gemi e esperneei, perdendo o outro chinelo, e alguns aplaudiram....



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