Traída e entregada pelos próprios colegas – Estuprada sem dó na guerra civíl da Síria

De repente teve silêncio, e logo desconfiamos que o exército se retirara de nosso bairro da cidade Aleppo, na Síria. Alguns colegas da minha turma e inclusive o professor ficaram eufóricos, porque eles torceram pelos rebeldes. O professor, porque ele era um idealista e sonhou de uma democracia, mas muitos dos colegas queriam um governo islâmico. Não sei por que. Os rapazes, que falam mais alto da charia e dos islamitas são rapazes bem mundanos, que enchem seus celulares com vídeos e fotos de pornô e falam só de sexo, todas coisas que os islamitas proíbem, embora que é bem conhecido que eles são hipócritas e muitos deles fornicam, mas castigam os outros,  e sobretudo as meninas. Se sabe que muitas vezes estupram uma menina com vários homens, e depois  acusam-na por sexo fora do casamento. Ela não consegue as quatro testemunhas masculinas e muçulmanas para  acusar os outros de estupro, e mesmo se ela consegue, isso não anula o fato que ela teve sexo fora do casamento, e se ela consegue provar, que foi estuprada, assim os estupradores como ela seriam castigados, e muitas vezes a menina mais rigidamente do que os homens. É claro, que tive logo muito medo porque sou cristã. Minha igreja é a antiga Igreja Ortodoxa Grega de Antioquia, mas tem também colegas de outras igrejas na minha escola. Na minha turma teve nesse dia só uma colega, que é católica, porque muitas amigas ficaram em casa por causa da situação da guerra ou elas já fugiram com as suas famílias para a Turquia ou outros lugares. Minha igreja é grande, e tem no lote sempre uns rapazes armados para os muçulmanos não saquearem a igreja. Meu pai achara que estávamos seguros porque o exército do ditador estava no bairro, e eles não têm preconceitos religiosos. Os soldados se comportam mal, como todos os soldados de todos os países, mas não discriminam os cristãos ou outras minorias. Já os exércitos dos rebeldes são cheios de islamitas e muitos acham que os cristãos são um espólio de guerra deles e eles pegam as casas, móveis e as meninas. Fiquei com muito medo, mas um líder de nossa turma, um rapaz alto, forte e bonito, disse que queria salvar-nos. Ele confirmou que os rebeldes procuram meninas cristãs, mas que seria muito arriscado fugir pelas ruas. Ele e dois amigos dele levaram a mim, a minha colega católica e mais três meninas cristãs de outras turmas para o lado da escola, onde tem grandes recipientes para o lixo. Eles abriram a tampa pesada e ajudaram para nós subirmos e entrarmos em um deles, que não era muito cheio. Ficou bem apertado para cinco adolescentes, todas entre 13 e 17 anos, e o cheiro estava bem ruim, mas agachávamos e um rapaz fechou a tampa e segurou-a com um cadeado grande, que arranjara na escola. 
Assim ficamos por cinco horas. Ouvimos alguns tiroteios e uma explosão e as vezes vozes e carros, mas não vimos nada. Uma colega não aguentou e teve que fazer xixi. Ela era a segunda mais nova, teve 14 anos e é evangélica. O nome dela é Mariana. Gostaria de conversar sobre a igreja dela, mas pelo medo nem falamos. Pensamos que alguém poderia passar e ouvir as vozes. Para não ficarmos depois em um poço de xixi tentamos de achar um copo ou recipiente, mas nessa escuridão era difícil, e achamos só um prato de plástico, que a menina usou. Não sei se ela foi desajeitada ou o prato estragado, mas esvaziou e o xixi formou um poço no meio da lixeira. Pouco depois ouvimos vozes de homens e carros parando. Era o exército dos rebeldes, ao que entendi queriam vasculhar a escola e depois usá-la como quartel. Demorou mais tempo, e teve outra menina, que não aguentou mais e fez xixi. A gente não podia pensar em fazer movimentos para não chamar a atenção. Por isso ela nem procurou um recipiente, mas fez assim mesmo, bem lento, para não fazer barulho. As minhas pernas queimaram por agachar por tanto tempo e pensei em sentar, mas iria me sujar toda. Pensei o que seria de nós, se o rapaz com a chave fosse morto ou teria que fugir.
Entretanto ouvimos gritos de meninas. Os soldados rebeldes perguntaram nas turmas, se tivesse moças cristãs, e levaram-nas. Teve moças, que falaram corajosamente: “Sim, sou cristã.” Outras ficaram caladas, mas foram denunciadas por colegas da turma, já que os soldados ameaçaram os alunos, e em um caso a turma toda falou que não teria cristãs, porque já fugiram.
Mas de repente ouvi vozes dos rapazes que nos esconderam aqui. Evidentemente alguém os levou para perto de nós, onde teve carros e mais homens. Levaram-nos a um comandante onde os rapazes se apresentaram e disseram que capturaram uma penca de raparigas cristãs e que seriam dispostos para entrega-las ao exército legítimo da Síria, que seria o dos rebeldes. Quase gritamos de assusto, mas ficamos ainda caladas, uma esperança desesperada. Podia ser que eles falam de outras meninas, quem sabe trancadas em outro lugar? Mas já já fomos confrontadas com a verdade triste e brutal. Ouvimos passos, o entrar da chave no cadeado e abriram a tampa. No primeiro momento não vimos nada, pois a luz do sol obcegou nossas vistas, mas depois reconhecemos rostos barbudos, com sorrisos maliciosos e safados olhando para nós. 
“Olha, que porcaria”, falaram. “Vivem em meio da sujeira. Nem se precisa perguntar, se repara já pelo cheiro que são cristãs.”
Logo nos pegamos. Não adiantou nem gritar nem estrebuchar, tiraram-nos de lá e colocaram em pé em meio dos homens, que zombaram de nós. “Tirem essas roupas sujas e mijadas das putas e deem um banho nelas”, mandou o comandante, e logo duzenas de mãos se prontificaram para rasgar e tirar as nossas roupas. Ficamos nuas em uma fila e fomos levadas pelo chuveiro da escola, não sem levar já tapas nas bundas nuas e em meio de uma gritaria absurda dos homens como se tratasse de uma vitória espalhafatosa de um time de futebol no estádio. 
Os soldados deram um banho em nós, passando muito sabão, sobretudo entre as nossas pernas, e depois fizeram-nos correr, já que não teve toalhas. Fomos separadas e eu e Mariana fomos levadas para uma sala da escola por um grupo de homens. O líder deles me mandou para me deitar e abrir as pernas. Falei que sou uma menina educada. Se eles me estupram, não posso fazer nada, mas não queria fazer coisas que só putas fazem. Ele me deu duas tapas no rosto e disse: “Você é uma puta. Ou você acha que uma menina, que fica nua em frente de mais de cem homens é uma dama? O que mais poderia ser do que uma puta? Se deita, abre as pernas e a buceta para a gente ver, se você é uma virgem.”
Recusei-me de novo e recebi mais tapas. Me recusei outra vez e então o líder deu um sinal, e quatro homens me seguraram, me jogaram no chão, estenderam minhas pernas e braços e pisaram por cima com suas botas grossas para fixá-los no chão. Recebi cinco chibatadas, que doeram como fogo. Aí entendi que não teria respeito para mim e orei a Deus para ele me perdoar se virasse a putas deles. Depois o líder me pegou nos cabelos, me levantou e me disse para obedecer, ou receber cada vez mais chibatadas e outros castigos. Chorei alto, mas fiz de sim com a cabeça. Sentei-me, abri as pernas e puxei os lábios da minha bucetinha ao lado. “Deitar”, gritou o líder, e tive que deitar e repetir o mesmo. Depois tive que virar e mostrar o cuzinho. 
A seguir se voltaram a Mariana. Ela enfraqueceu logo e disse: “Não me batam, vou ser obediente e fazer tudo que exigem.”
Eles soltaram-na e disseram: “Então mostra as suas habilidades” e ela fez o mesmo como eu fizera antes. Os soldados falaram: “Isso é tudo? Mostra tudo, puta.”
Ela virou, mostrando de novo a bucetinha e começou a se masturbar. Os soldados começaram a gritar freneticamente. “Você disse para fazer tudo, que exigimos. Prova e enfia essa arma. Mas cuidado para não soltar sem querer um tiro no seu útero, puta.”
A menina deve ter sido virgem, mas corajosamente enfiou a arma, sob aplauso e gritos dos soldados. Depois o líder disse: “Menina, você é uma verdadeira puta. Você é uma puta? Você gosta de ser puta? Gostaria de ser a nossa puta? Transar com os soldados?”
A menina olhou para baixo e não disse nada, evidentemente não sabia o que dizer, o que causaria menos sofrimento. Se falasse não, provavelmente levaria chibatadas até mudar da ideia. “Então, menina, responde, senão vai ser castigada. Quer ser a nossa puta, quer transar com os meus homens?” Lentamente ela fez de sim com a cabeça.
“Imaginei, que você é uma puta boa e gosta disso”, respondeu o líder. “A gente viu isso como você abriu sem vergonha sua buceta e seu cuzinho e mais. Mas nós não somos como os homens safados de Assad. O islã proíbe a prostituição. Se você é uma puta e gosta de transar com soldados, a gente tem que educar você. Quantos anos você tem?”
“Quatorze.”
“Tá novinha, então vou te dar um castigo bem leve, 15 chibatadas. Mas já que você quer ser puta, transa primeiro, depois você vai ter seu castigo.”
Com isso ela foi levada para o outro lado da sala, e os homens começaram a estuprá-la, e outros fizeram o mesmo comigo.
Os quatro homens que seguraram as minhas pernas e braços com suas botas trocaram com outros para puderam participar dos estupros, mas com o tempo repararam que eu não mais resistia e me deixaram. Fiquei esparramada no chão como um tapete, e os soldados fizeram fila para me estuprarem. Mariana chorou o tempo todo, mas eu não tive lágrimas, sofri calado, às vezes sonhando de vinganças, às vezes orando para Deus me tirar daqui ou pelo menos ajudar para eu aguentar com paciência e em submissão essa tribulação. Até rezei para ele me matar, mas me arrependi logo, pensando em meus pais.
Depois de algumas horas chegaram os três rapazes na minha turma, que nos traíram e entregaram aos soldados rebeldes. Eles tinham essa ideia diabólica para ganharem pontos nos olhos dos soldados, e realmente foram encarregados para ser um tipo de zeladores para a escola. Também foram convidados para participarem dos estupros. O rapaz grande e bonito, o líder dos três, se curvou por cima de mim, enquanto ainda um soldado estava me estuprando, e disse: “Caramba, você está transando demais. Sempre sabia que você seria uma puta boa, mas não imaginei que iria tão longe. Está gostando demais disso, né? Não quer me agradecer?”
Com a voz cínica dele acordei da minha agonia e olhei para ele. Depois disse: “Você é um verdadeiro porco.”
Ele se deu por muito ofendido e gritou alto: “Ela me chamou de porco. Ouviram? Essa porca suja aqui teve a ousadia de me chamar de porco.”
Ele se exaltou, e muitos outros se ajuntaram, e o líder da sala chegou e estabeleceu a ordem. O rapaz reclamou com ele, e os outros confirmaram as palavras dele. Sentei-me e busquei por algo para me cobrir, mas já o líder chegou ao meu encontro. 
Antes de me der oportunidade de falar mandou para eu me deitar de novo e abrir as pernas. Quando não reagi, deu um sinal, e novamente quatro homens me estenderam no chão e pisaram em cima de meus braços e pernas. O líder me mostrou um espelho e vi meu rosto inchado e cheio de porra, os peitos também sujos, e sobretudo a vagina devastada, aberta e cheia de porra com pequenas manchas de sangue.
“Está se vendo, puta? Assim você esteve quando o seu colega entrou. Mas isso nem é tudo. Antes vi você ainda pior. Mostrando e abrindo o cu para todos, ou cheio de lixo, cagada e mijada morando numa lixeira. E olha para ele. Roupa fina e limpa, barba feita, polido e bonito. Quem de vocês dois é então a porca? Olha, se uma mulher fala “porco” a um homem na rua, os dois bem vestidos, ela já ganha um castigo de vinte ou mais chibatadas. Mas se uma puta nua, grotescamente aberta e suja e ainda por cima transando com dúzias de homens que nem conhece, fala assim a um homem normal, é uma grosseria digna a uma pena bem maior. Fala você mesma, puta. você é uma menina inteligente e sabe do tamanho de seu crime. Pede o seu castigo.”
Não falei nada e assim o líder disse: “Pois bem, se ela não quer escolher, escolhe você, rapaz. Você é colega da turma dela e deve saber quanto ela precisa para te respeitar. Tira seu cinto ou procura uma chibata e castiga-a tanto como quiser. Faça-a se arrepender de verdade, de pedir desculpas, ensina-a que é a porca. Talvez seja um trabalho de vários dias, mas fica ao seu critério. Pode castigá-la tantas vezes quantas quiser.”
O rapaz sorriu cheio de cinismo, tirou o seu cinto grosso e começou a me açoitar. Fiquei exposta imóvel, e o cinto mordeu meus peitos, minha barriga , minhas pernas e às vezes se encravou entre as minhas pernas na pele tenra e sensível. Quando abri os olhos vi a alegria e excitação maldosa do rapaz. Depois me viraram e recebi nas costas e na bunda. Depois me levantaram pelos braços para trás e fiquei curvada para frente, expondo a bunda. Os homens gritaram por frenesi, e a outra menina ficou abandonada no cantinho, chorando. Recebi mais algumas batidas e depois me soltaram e caí exaustíssima no chão. Abriram minhas pernas, e eu fiquei assim sem me defender. Todo o corpo ardia como em chamas, mas os homens estavam em uma excitação incomparável. Caíram por cima de mim com um ímpeto inédito, roçaram em mim e me abraçaram, querendo enfiar cada vez mais fundo em minha buceta. Gemi sem parar de dores, mas mesmo assim comecei a molhar e fiquei ainda mais encharcada do que antes. E o pior foi, quando de repente comecei a gozar. Os homens repararam nisso e gritaram novamente mais alto “puta” e “Alá e grande” e outras coisas. Com o tempo a onde de excitação se normalizou, homens saíram ou dormiram, e chegaram alguns soldados de outras salas para nos estuprarem. Aí chegou o rapaz da minha turma e me estuprou. Perguntou coisas como se eu gostasse, mas não respondi. Também os amigos dele me estupraram e falaram que é um prazer muito grande de transar com uma menina da própria turma, que virou puta. Depois eles e alguns soldados me seguravam e ele me deu de novo com o cinto. Gritei que sou arrependida, que peço perdão e mais, mas ele me castigou sem piedade. Depois os que viram a punição e sobretudo os que me seguravam nisso ficaram novamente muito excitados e me estupraram com vigor e força. Perdi a noção pelo tempo, mas era alta noite ou talvez já perto do amanhecer, quando nos levaram de volta para a lixeira grande fora da escola uns metros antes pararam e falaram: “Putas, agachem e façam xixi, se quiserem. Mas mijem logo, a gente não tem tempo.” Tive que fazer xixi na frente dos soldados, mas a pequena Merfat não conseguiu.....

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